Lucas do Rio Verde - Julho 1, 2025

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MT possui 40 cidades com maior risco de deslizamentos de solo e inundações, Lucas do Rio Verde está fora

Cuiabá e Várzea estão entre as 1,9 mil cidades em todo o país que devem ser priorizadas nas ações da União em gestão de riscos e desastres naturais.

Por: Portal JVC / G1 MT

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(Autor da imagem: Portal JVC)

Em Mato Grosso, 40 municípios têm maior risco de deslizamentos de solo e de inundações, segundo levantamento feito pela Casa Civil do Governo Federal, realizado em 2023. Cuiabá , Várzea Grande e Sorriso, a 420 km de Cuiabá, estão entre as cidades citadas.

A nota aponta que 1,9 mil cidades em todo o país estão suscetíveis a desastres ocasionados por chuvas e devem ser priorizadas nas ações da União em gestão de riscos e desastres naturais.

De acordo a lista, Minas Gerais é o estado com maior número de municípios em situação de vulnerabilidade, com 283 cidades, seguido de Santa Catarina (207 ), São Paulo (172), Rio Grande do Sul (142) e Bahia (137).

O estudo levou em consideração quatro critérios:
 

Cidades que tiveram mortes relacionadas a desastres no período entre 1991 e 2002;
Que tiveram 900 ou mais pessoas desalojadas;
Pelo menos 500 em áreas de risco;
Mais de 400 dias com chuvas acima de 50 milímetros entre 1981 e 2022
 
Veja a lista completa de municípios mais suscetíveis à inundações em Mato Grosso:
 

Água Boa: risco de enxurrada e inundação
Alta Floresta: risco de enxurrada e inundação
Apiacás: risco de enxurrada e inundação
Aripuanã: risco de enxurrada e inundação
Barra do Garças: deslizamento e enxurrada
Barão de Melgaço: risco de enxurrada e inundação
Campo Novo do Parecis: risco de deslizamento, enxurrada e inundação
Carlinda: risco de enxurrada e inundação
Castanheira: risco de enxurrada e inundação
Colniza: risco de enxurrada e inundação
Comodoro: risco de deslizamento e enxurrada
Confresa: risco de enxurrada
Cotriguaçu: risco de enxurrada e inundação
Cáceres: risco de enxurrada e inundação
Cuiabá: risco de deslizamento, enxurrada e inundação
Feliz Natal: risco de inundação
Juara: risco de enxurrada e inundação
Juruena: risco de enxurrada e inundação
Luciara: risco de enxurrada e inundação
Matupá: risco de enxurrada e inundação
Nova Bandeirante: risco de enxurrada e inundação
Nova Canaã do Norte: risco de enxurrada e inundação
Nova Monte Verde: risco de enxurrada e inundação
Nova Olímpia: risco de enxurrada e inundação
Nova Santa Helena: risco de enxurrada e inundação
Nova Ubiratã: risco de enxurrada
Novo Santo Antônio: risco de enxurrada e inundação
Paranatinga: risco de enxurrada e inundação
Paranatinga: risco de enxurrada e inundação
Paranaíta: risco de inundação
Peixoto de Azevedo: risco de deslizamento e inundação
Rosário Oeste: risco de deslizamento, enxurrada e inundação
Santa Terezinha: risco de deslizamento, enxurrada e inundação
Santo Antônio do Leverger: risco de enxurrada e inundação
Sorriso: risco de deslizamento, enxurrada e inundação
São Félix do Araguaia: risco de enxurrada e inundação
São José dos Quatros Marcos: risco de enxurrada e inundação
Terra Nova do Norte: risco de enxurrada e inundação
Vila Rica: risco de enxurrada e inundação
Várzea Grande: risco de deslizamento, enxurrada e inundação

Lucas do Rio Verde e cidades da região estão fora da lista

Apesar de registrar alagamento praticamente todos os anos, Lucas do Rio Verde, Sinop e Nova Mutum, que tiveram crescimento vertiginoso nos últimos anos, esses cidades estão fora da lista de alto risco.

Já o município de Sorriso que é banhado pelo Teles Pires e vários outros rios que cortam seu território, está inserido na lista de alto  risco de deslizamento, enxurrada e inundação.

Em 2004, Lucas do Rio Verde enfrentou uma prova d’água muito grande. Chuveu quase 24 horas sem parar.  O córrego Lucas transbodou e separou a cidade ao meio. Duas barragens se romperam próximo a cidade, destruíndo dois trechos da Br 163. O município ficou praticamente isolado por terra. Foi sem dúvida um grande transtorno, para os moradores de toda região.

As mudanças climáticas são evidentes e serão cada vez mais frequentes devido ao aquecimento global. as cidades cresce e o prédios e asfalto ocupam espaço das áreas verdes. 

Mudanças de cidades

Em várias cidades onde foram afetadas pelas enchetes no Rio Grande do Sul, gestores públicos e técnicos, pensam em mudar as cidades para locais mais alto e mais segura.  E aproveitar os recursos para reconstrução para medida de contenção e preventiva a enchentes e alagamento.

A partir de agora, está ligado o sinal de alerta para os gestores do Brasil inteiro. Os custos para reconstruir as cidades destruídas pela catástrofe fica bem mais elevados do que se tomasse as medidas preventivas para evitar o alagamento. É aquele velho ditado, “brasileiro fecha a porta, depois que a casa foi roubada”. 

Jornalista Valdecir Chagas

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