Rafael Amorim de Brito, acusado de assassinar o sargento da Polícia Militar Odenil Alves Pedroso, preferiu permanecer em silêncio durante depoimento prestado ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Ele foi interrogado pelo delegado Caio Albuquerque na tarde deste sábado (7), logo após chegar a Cuiabá sob forte esquema de segurança policial.
Foragido da Justiça por um ano e 7 meses, Rafael estava escondido no Morro do Alemão, no Rio de Janeiro, onde, segundo as autoridades, já vinha cometendo outros crimes. Até o momento, não há informações sobre a motivação do homicídio do militar.
Em entrevista à imprensa, o secretário de Estado de Segurança Pública, coronel César Roveri, afirmou que Rafael possui uma extensa ficha criminal e que o assassinato do sargento é apenas mais um dos crimes atribuídos a ele.
“Ele responde por vários crimes, tem uma ficha criminal extensa e o homicídio do sargento é apenas mais um. Com certeza, agora em Cuiabá, teremos mais informações sobre o que o motivou a assassinar o nosso policial militar. Esperamos que esse crime seja totalmente esclarecido para que ele responda à Justiça, com uma condenação adequada, e fique longe da sociedade”, declarou.
Rafael Amorim de Brito chegou a integrar a plataforma nacional de criminosos perigosos, mantida pelo Ministério da Justiça, e possui passagens por estupro, roubo e tráfico de drogas.