Lucas do Rio Verde - Junho 3, 2026

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Mulher morta queimada em VG é identificada e tinha 45 anos

Josivany Borges de Amorim Rodrigues, foi encontrada morta e parcialmente carbonizada em um terreno baldio

Por: Portal JVC / Gazeta Digital

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(Autor da imagem: Portal JVC)

A mulher encontrada morta e parcialmente carbonizada em um terreno baldio de Várzea Grande foi identificada pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) como Josivany Borges de Amorim Rodrigues, de 45 anos.

A identificação foi confirmada na manhã desta quarta-feira (3), à Polícia Civil, pela Politec, após diligências realizadas pela equipe da especializada, coordenada pela delegada Jéssica Assis. 

O crime ainda é tratado como um possível feminicídio. Na segunda-feira (1), Josivany foi encontrada nua e com o corpo parcialmente queimado. Ainda no local do crime, peritos identificaram ferimentos provocados por arma branca na região da cabeça, do queixo e do pescoço.

No entanto, a confirmação sobre a causa da morte e a eventual ocorrência de outros tipos de violência dependerão dos laudos periciais.

Durante as diligências, os investigadores analisaram imagens de câmeras de segurança e outros elementos coletados na investigação. As gravações indicam que a vítima estava acompanhada de um homem momentos antes do crime.

De acordo com a delegada Jéssica Assis, as imagens mostram os dois caminhando pela rua e discutindo antes do assassinato, o que reforça a hipótese de que eles se conheciam.

“Pelas filmagens, é possível perceber que há uma discussão acirrada entre eles. Não parece se tratar de uma abordagem entre desconhecidos”, afirmou a delegada.

A suspeita é de que o crime tenha ocorrido durante a madrugada. Câmeras de segurança registraram a vítima na companhia do suspeito por volta das 2h40. Entretanto, o incêndio no terreno só foi percebido nas primeiras horas da manhã, levando a polícia a acreditar que o corpo tenha sido incendiado por volta das 5h.

Uma das hipóteses investigadas é que o autor tenha permanecido com a vítima após o assassinato e, posteriormente, ateado fogo ao corpo para dificultar sua identificação e eliminar vestígios. Outra possibilidade é que ele tenha deixado o local e retornado horas depois para incendiar o cadáver.

A DHPP segue com as investigações para esclarecer a dinâmica do crime, identificar o suspeito e confirmar a motivação do homicídio.

Jornalista Valdecir Chagas

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