O cantor sertanejo Panda se manifestou sobre a repercussão envolvendo a decisão de não destinar o cachê de sua apresentação em Barretos ao Hospital de Amor. Segundo o artista, a escolha de fazer ou não uma doação deve partir de cada cantor e não pode ser tratada como uma obrigação.
Ao comentar o assunto, Panda lembrou que já destinou integralmente o cachê de outro show para uma instituição de saúde. Meses atrás, durante uma apresentação em São José do Rio Preto, o sertanejo anunciou a doação de R$ 550 mil ao Hospital da Criança e Maternidade.
A instituição tem um significado especial para a família do cantor, já que foi onde seu filho, Anthony, passou por uma cirurgia cardíaca.
Ao justificar sua posição sobre o evento em Barretos, Panda foi direto.
“Doa quem quer”, declarou.
O cantor também afirmou que recebeu críticas e até ameaças após a decisão de não repassar o cachê do show ao Hospital de Amor.
Para Panda, cada artista possui suas próprias causas, prioridades e formas de contribuir com projetos sociais e instituições. Ele defendeu ainda que uma doação deve ser encarada como um gesto voluntário de solidariedade, e não como uma exigência.
A declaração ganhou repercussão nas redes sociais e voltou a provocar debate entre internautas sobre a expectativa de que artistas abram mão de seus cachês em eventos ligados ou associados a instituições beneficentes.
Enquanto parte do público destacou a importância das contribuições destinadas a entidades de saúde, outros defenderam que decisões sobre doações pertencem exclusivamente aos artistas e não devem servir de motivo para ataques pessoais.