Procurados pela polícia pelos homicídios de Pilson Pereira da Silva e Rui Luiz Bogo, em Peixoto de Azevedo, nesse final de semana, Inês Gemilaki e Bruno Gemilaki Dal Poz, mãe e filho, têm uma presença modesta na internet. Contudo, pelos rastros digitais dos dois é possível verificar que Inês já foi alvo de uma ação de cobrança de aluguel, no valor de R$ 59 mil, e tinha um relacionamento conturbado com o marido, Marcio Ferreira Gonçalves, enquanto Bruno moveu uma ação contra o reitor da universidade onde se formou em Medicina e já morou em vários estados.
Com quase 29 anos, Bruno Gemilaki Dal Poz é médico, sem especialidade registrada, com cadastro no Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (MT) e possui registro ativo também em São Paulo.
Ele se formou pelo Centro Universitário Uninorte, em Rio Branco (AC), de onde transferiu seu registro para Mato Grosso. Consta em seu perfil numa plataforma profissional que trabalhou em uma empresa de atendimentos médicos em São José dos Campos, em São Paulo. Não há outras informações na página.
Tramita na 1ª Vara Federal Cível e Criminal do Acre uma ação de Bruno contra o reitor do Centro Universitário Uninorte, por meio da qual buscava a antecipação da conclusão de curso superior. Ele alegava que em novembro de 2020 ultrapassaria o percentual de 75% da carga horária prevista para o período de internato, mas o reitor não possibilitaria a antecipação de sua colação de grau. Ele buscava urgência em razão da pandemia. O médico, porém, acabou desistindo da ação.
Bruno possui um perfil privado no Instagram, com 521 seguidores, onde descreve que é médico, especificando os estados de “MT/SP”. Ele é proprietário de uma clínica médica localizada em Peixoto de Azevedo, de capital social de R$ 30.000.


