Lucas do Rio Verde - Março 17, 2026

Conheça nossas redes sociais

Cão farejador de MT morre em serviço de busca e resgate de vítimas em tragédia em RS

Thayron já havia sido enviado para ajudar em outras duas buscas por tragédias, em Brumadinho (MG) e em Petropólis (RJ).

Por: Portal JVC / G1 MT

Compartilhe:

mt-1-
(Autor da imagem: Portal JVC)

Morreu nesta sexta-feira (22) o cão de busca e resgate do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso, Thayron, de 5 anos, que estava ajudando a encontrar sobreviventes nas cidades gaúchas afetadas pelo ciclone extratropical. Thayron foi enviado ao Rio Grande do Sul, na semana passada, junto com as cadelas Maya e Bela para intensificar as operações de buscas.

Em nota, o Corpo de Bombeiros lamentou o ocorrido e afirmou que o cão morreu enquanto estava em serviço, mas não informou a causa específica da morte.
“O Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul lamenta profundamente a sua partida e deixa aqui a sua homenagem a este ser que dedicou sua vida a nobre missão de salvar. Seu espírito corajoso e dedicação incansável sempre estarão presentes em nossos corações”, diz.

Segundo o CBMMT, os outros dois cães enviados na missão estão bem.
Thayron era da raça labrador e possuía certificados de nível nacional. Ele tinha como tutor o subtenente Tavares. O cão também já havia sido enviado para ajudar em outras duas buscas por tragédias, sendo em 2019 para auxiliar nos resgastes de Brumadinho (MG), onde 270 pessoas morreram, e em fevereiro de 2022 em busca de vítimas pelo desastre de Petropólis (RJ), onde 178 pessoas foram vitimizadas.

Maya, Bela e Thayron são cachorros certificados pelo Conselho Nacional dos Corpos de Bombeiros Militares do Brasil — Foto: Reprodução
Confira as certificações do animal

Rural
Odor Específico
Venteio Vivo
Venteio RM
RM Subaquático

 Ciclone extratropical no Rio Grande do Sul

O fenômeno se formou na noite do dia 4 de setembro. Os estragos da virada no tempo começaram a ser vistos ainda durante o dia, em mais de 50 cidades que registram fortes rajadas de ventos, aumento do nível dos rios e pessoas desabrigadas. No primeiro dia da tragédia, foi confirmado que seis pessoas morreram.
O fenômeno teve origem em um sistema de baixa pressão, que já provocou chuvas intensas, e se deslocou em direção ao oceano, ganhando intensidade.

Jornalista Valdecir Chagas

Fale Conosco

Pelo canal de atendimento ao cliente, estamos disponíveis para atendê-lo(a) da melhor forma