Conhecidas como “Angeliquinha” e “Arlequina”, as criminosas acumulam penas que ultrapassam 100 anos e são apontadas como chefes da facção em cidades do interior de Mato Grosso
Conhecidas como “Angeliquinha” e “Arlequina”, as criminosas acumulam penas que ultrapassam 100 anos e são apontadas como chefes da facção em cidades do interior de Mato Grosso