Lucas do Rio Verde - Maio 15, 2026

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Delegado baleado por investigador em Sorriso passa por cirurgia para evitar amputação do dedo

Segundo o hospital, o estado de saúde do delegado é estável. Em março deste ano, ele foi exonerado do cargo de chefia da delegacia.

Por: Portal JVC / G1 MT

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(Autor da imagem: Portal JVC)

O delegado da Polícia Civil Bruno França, baleado durante um ataque a tiros na noite desta quarta-feira (13), em Sorriso, passou por uma cirurgia na mão esquerda para evitar a amputação do dedo e tem estado de saúde estável. O caso ocorreu em frente a uma casa no bairro Recanto dos Pássaros.

Segundo o Hospital Villa Romana, o delegado foi atingido por um disparo no quarto dedo da mão esquerda e recebeu atendimento médico logo após dar entrada na unidade.

Em nota, o hospital informou que Bruno França passou por um procedimento cirúrgico para fixação da fratura no dedo.

“O paciente recebeu atendimento médico imediato, foi submetido a procedimento cirúrgico para fixação da fratura do dedo. Foi avaliado pelo Dr. Guilherme Dias, ortopedista especialista em mão, o qual tentará com medidas clínicas manter a viabilidade do dedo para evitar amputação do mesmo”, diz trecho da nota.
 
O hospital informou ainda que o delegado segue recebendo acompanhamento médico e não corre risco de morte.

Entenda o caso

Segundo a Polícia Civil, o delegado foi alvo de uma tentativa de homicídio após o carro em que ele estava ser atingido por diversos disparos.

O investigador da Polícia Civil Roberto Pinto Ribeiro, conhecido como Betão, foi apontado como o autor dos disparos.

Segundo a polícia militar, a guarnição encontrou Betão armado no local e apresentando sinais de nervosismo. Ele afirmou aos policiais que Bruno França teria feito ameaças contra ele e ido até sua casa, onde ocorreram os disparos.

Corregedoria apura o caso

Muitos falam que o delegado escapou por um milagre, o veículo que ele estava ficou todo crivado de bala. O investigador teria utilizado uma espingarda calibre 12 e  uma pistola Clock para efetuar os dispáros.

O desentendimento segundo as investigações teria inciado em um grupo de Wattzzapp utilizado para comunicação da instituição.

A Corregedoria da Polícia Civil foi acionada e apura o caso. Medidas de ordem administrativa, deverão ser anunciadas em urgente.  O caso é tratado como extremo e requer  decisão firme e apuração rigorosa, para coibir atitudes e comportamentos, que ferem a boa imagem da Polícia Civil de Mato Grosso.

Jornalista Valdecir Chagas

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