O episódio fatídico aconteceu em uma chácara localizada nas proximidades do Balneário Barreiro, às margens da rodovia BR-174 B, estrada que faz a divisa com o município de Vila Bela da Santíssima Trindade.
O Corpo de Bombeiros Militar foi acionado via telefone de emergência para fazer o atendimento de urgência. Quando a viatura de salvamento chegou ao endereço indicado, a equipe de resgate constatou que o menino já se encontrava inconsciente e com ausência total de batimentos e movimentos respiratórios.
A dinâmica inicial do acidente aponta para um descuido rápido e silencioso. Em depoimento desesperado aos militares, a mãe da vítima relatou que o filho sumiu do campo de visão dos adultos por alguns minutos.
Ao iniciarem as buscas pelo pátio da chácara, encontraram o menino no fundo da piscina. A suspeita é de que o menor tenha ficado submerso por cerca de 10 minutos antes de ser retirado do reservatório.
A gravidade do quadro clínico exigiu uma resposta imediata dos bombeiros. A criança foi colocada na ambulância e, enquanto o motorista deslocava em velocidade prioritária rumo à zona urbana, os socorristas iniciaram o protocolo de massagem cardíaca e ventilação, tentando reverter a parada cardiorrespiratória na pista.
Constatação do óbito
Apesar do esforço exaustivo da guarnição, que manteve os ciclos de compressões torácicas sem interrupção durante todo o percurso rodoviário, o organismo do menino não reagiu aos estímulos mecânicos.
A viatura deu entrada no Hospital Vale do Guaporé, onde a equipe médica de plantão já aguardava o chamado em alerta vermelho.
Os médicos assumiram os procedimentos de suporte avançado de vida na sala de emergência, porém, o longo período de asfixia decorrente do afogamento impossibilitou a recuperação dos sinais vitais, e o óbito foi oficialmente declarado na unidade de saúde.