Lucas do Rio Verde - Fevereiro 27, 2026

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Menino de 9 anos é estuprado por colegas de classe em escola de Cuiabá

O menino começou a se queixar de fortes dores na região anal, mas no primeiro momento não contou o que havia acontecido. Depois, ele revelou a violência à avó diante da insistência em saber o motivo das dores.

Por: Portal JVC / Gazeta Digital

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(Autor da imagem: Portal JVC)

A mãe de um aluno de 9 anos denunciou à polícia que seu filho foi vítima de abusos sexuais e agressões por um grupo de colegas de classe, em escola de Cuiabá. O menino começou a se queixar de fortes dores na região anal, mas no primeiro momento não contou o que havia acontecido. Depois, ele revelou a violência à avó diante da insistência em saber o motivo das dores.

O menino relatou que um grupo de 5 garotos da mesma classe, o esperavam no banheiro da escola para cometer os abusos. Além disso, ele era constantemente ameaçado de agressão caso contasse a alguém sobre o que estava acontecendo. 

A mãe conversou com a reportagem  e expressou sua revolta e surpresa: “Às vezes, quando ele estava comigo, ele queixava de dor. Mas, assim, eu nunca imaginei uma coisa dessa. Nunca passou isso pela minha cabeça. É uma escola só de crianças.”

Após realizar a denúncia, a mãe procurou para solicitar a transferência. A mulher buscou auxílio e informação da coordenação da escola, mas lamenta a falta de retorno e assistência da equipe gestora, que demonstrou ignorar a gravidade da situação.

“Não me deram nenhum retorno. E a diretora ignorou. Só falou que foi encaminhado para a Secretária de Educação e que era para eu procurar informações lá. Falei: ‘Se fosse um filho de vocês, a conversa seria diferente’ “, afirmou a mãe. 

Segundo a denunciante, a escola apenas informou que os agressores têm entre 10 e 12 anos e são da mesma sala que a vítima. A mãe manifestou a necessidade de uma reunião com os pais dos agressores para tomarem ciência do crime cometido contra seu filho, mas a escola não adotou, até o momento, nenhuma medida sobre o caso.

Apesar do trauma, o menino está matriculado em outra escola e, segundo a mãe, “ele está gostando” da nova rotina.

A reportagem  procurou a Secretaria Municipal de Educação (SME), mas até a publicação da matéria não houve retorno.

Jornalista Valdecir Chagas

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