Nas décadas de 1960 e 1970, Mato Grosso era um estado marcado por vastas terras inexploradas, onde a pecuária de subsistência e a agricultura limitada dominavam a economia.
As finanças públicas eram escassas, e as necessidades básicas como estradas, educação, saúde e segurança pública pareciam distantes de serem atendidas devido à falta de recursos.
Foi nesse cenário que a chegada de migrantes do sul do Brasil começou a transformar a realidade do estado.
Homens como Norberto Schwantes no Vale do Araguaia, Ênio Pipino em Sinop, e Ariosto da Riva em Alta Floresta foram pioneiros na implantação de cooperativismo, agricultura mecanizada e desenvolvimento agroindustrial, dando origem a novas cidades e impulsionando a economia local.
No final dos anos 1970, André Maggi, um visionário empreendedor, abriu as fronteiras do Oeste de Mato Grosso e fundou a cidade de Sapezal.
Entre os colaboradores destemidos que trabalharam com Maggi estava seu parente, Erai Maggi, que mais tarde se tornaria o maior produtor de soja do mundo.
Erai Maggi não nasceu em berço de ouro; ele chegou a Rondonópolis com recursos limitados e comprou uma pequena propriedade rural.
Trabalhando incansavelmente com André Maggi, Erai conquistou seu lugar na história como um dos principais protagonistas do desenvolvimento de Mato Grosso.
Hoje, Erai Maggi é um dos maiores produtores de soja, milho, algodão e gado de corte do mundo.
Sua contribuição para a economia do estado é incalculável, e seu trabalho incansável gera empregado, renda e riqueza para Mato Grosso e para o Brasil.
Apesar das críticas e adversidades enfrentadas, Erai Maggi é reconhecido como um empreendedor à frente de seu tempo, que desempenhou um papel fundamental na construção da história do novo Mato Grosso.
O legado de Erai Maggi perdurará como um testemunho do poder da visão, do trabalho árduo e do compromisso com o desenvolvimento da região e do país. Ele planta soja, algodão e colhe riqueza para Mato Grosso.
Além de cuidar de suas empresas, correr o campo e abrir novos mercados para os produtos de Mato Grosso, Erai ainda encontra tempo para presidir a Associação Matogrossense dos Produtores de Algodão (Ampa), a entidade que congrega e representa os produtores da cultura do estado.