Lucas do Rio Verde - Março 18, 2026

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Polícia investiga se homem flagrado ao sequestrar menina de 12 anos era parte de rede de pedofilia

Daniel Moraes Bottar já tinha abusado de outras vítimas em seu apartamento foram encontrados materiais pornográficos

Por: Portal JVC / Gazeta Digital

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(Autor da imagem: Portal JVC)

A Polícia Civil do Distrito Federal vai investigar se Daniel Moraes Bittar, fazia parte de uma rede de pedofilia e se ele já tinha abusado de outras vítimas. No apartamento do homem, de 42 anos, foram encontrados materiais pornográficos, que vão passar por perícia.

Segundo o delegado João Guilherme Medeiros, Daniel tinha outros sete registros criminais, inclusive por desacato e ameaça. O homem trabalhava em um banco do DF, e colegas de Bittar se dizem chocados com o crime e o descrevem como um homem “sem suspeita” (ouça declaração abaixo). A instituição financeira já encerrou o contrato com o suspeito.

Um exame do Instituto Médico-Legal mostrou que não houve conjunção carnal, mas o caso ainda será tratado como um possível estupro de vulnerável. A mãe da vítima demostrou alívio e disse que chegou a pensar que não encontraria a filha viva.

O crime

O delegado também afirmou que a dupla — Bittar e Gesielly Souza Vieira, presa por suspeita de agir com o servidor — tinha como alvo outra menina, mas o plano não deu certo. Segundo alunos da escola onde a vítima foi sequestrada, o carro foi visto circulando no local dias antes do crime.

A vítima foi sequestrada ao sair da escola, no Parque Estrela d’Alva IV, no Jardim Ingá, no Entorno do DF, e levada ao apartamento do estuprador, na Asa Norte, em Brasília. Segundo a Polícia Civil, no local foram encontrados diversos materiais pornográficos. Os agentes teriam localizado a criança seminua na cama, com diversas escoriações pelo corpo e algemada pelos pés.

No momento da prisão, Daniel Moraes disse: “Eu ainda não fiz nada com ela. Estávamos só conversando”. O suspeito afirmou ainda que havia raptado a menina em Goiás, mas não havia entorpecido a vítima. O caso passa a ser investigado pela 2ª Delegacia de Polícia, na Área Central de Brasília.

Jornalista Valdecir Chagas

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