Lucas do Rio Verde - Setembro 14, 2026

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PSDB mantém Hugo Garcia como candidato a deputado estadual, após operação da PJC

Hugo, que é suplente de deputado, foi alvo da Operação Mandato Espúrio, da Polícia Civil, que investigou supostas irregularidades na gestão do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT)

Por: Portal JVC / Gazeta Digital

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(Autor da imagem: Portal JVC)

O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) ainda mantém o empresário Hugo Garcia como candidato a deputado estadual. Hugo, que é suplente de deputado, foi alvo da Operação Mandato Espúrio, da Polícia Civil, que investigou supostas irregularidades na gestão do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), do qual foi presidente.

Nesta quarta-feira (9), o presidente estadual do partido, deputado Carlos Avallone, afirmou na quarta-feira (9) que o suplente continua na disputa eleitoral. Segundo Avallone, Hugo apresentou sua defesa e encaminhou a documentação ao partido. A legenda ainda deverá analisar internamente quais medidas serão adotadas, mas, por enquanto, não há decisão para retirar a candidatura.

“Ele foi aprovado pela Justiça Eleitoral, ele está como candidato, ele fez uma defesa, encaminhou o partido, o partido está encaminhando para os meios normais do PSDB, e vai ser analisado internamente qual o procedimento a fazer. Mas estamos aguardando, ele é candidato”, afirmou o presidente.

Durante as buscas realizadas na residência do candidato, os policiais apreenderam quatro relógios da marca Rolex, avaliados em aproximadamente R$ 700 mil, além de uma arma, munições, celulares e computadores. Após a operação, Hugo negou as acusações e afirmou, em vídeo publicado nas redes sociais, que é vítima de uma denúncia “caluniosa”. Ele disse que seus advogados já trabalham para apresentar sua defesa e provar que as acusações são injustas.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica relacionados a movimentações financeiras que ultrapassam R$ 1 milhão. Entre os valores investigados estão uma transferência de aproximadamente R$ 774 mil para uma conta pessoal e uma empresa ligada a um então diretor executivo do instituto, além de outra movimentação de R$ 270 mil destinada a um escritório de advocacia.

O IMAFIR-MT é tratado como vítima no procedimento e, conforme a investigação, colabora com as autoridades. A Justiça também determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão dos acessos dos investigados às contas do instituto.

Jornalista Valdecir Chagas

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