A Polícia Militar de Mato Grosso está de luto pela morte da 1ª sargento Miriã Bortolini Biazi, aos 35 anos. A policial morreu nesta segunda-feira (21), após enfrentar um tratamento contra a leucemia.
O diagnóstico da doença ocorreu em fevereiro deste ano. Para dar continuidade ao tratamento, Miriã precisou viajar para São Paulo, onde passou por aproximadamente quatro meses de quimioterapia.
Em junho, a policial foi submetida a um transplante de medula óssea. O procedimento contou com a doação do irmão, que apresentou compatibilidade para o transplante.
Durante o período em que esteve em tratamento, Miriã também mobilizou pessoas nas redes sociais para incentivar o cadastro de doadores de medula óssea e a doação de sangue. Ela precisou receber transfusões de plaquetas e hemácias durante o acompanhamento médico.
A morte da sargento foi comunicada pela corporação e também divulgada pelo ex-comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alexandre Mendes. Em uma das manifestações feitas durante o tratamento, após o transplante, Miriã havia relatado o significado do procedimento para sua recuperação.
A Polícia Militar publicou uma nota de pesar e prestou solidariedade aos familiares, amigos e companheiros de farda da policial.
Velório e sepultamento
O velório de Miriã Bortolini Biazi será teve início às 21h30 desta segunda-feira (21), na Capela Santa Rita, na Rua Miranda Reis, em Cuiabá. O sepultamento está marcado para 10h de terça-feira (22), no Cemitério Parque Bom Jesus, também na Capital.
A causa da morte não foi informada pela Polícia Militar.
